Equipe do Inea reprime desmatamento ilegal em área protegida de Santa Maria Madalena, no Norte Fluminense

Duas pessoas foram detidas e autuadas pela irregularidade; as madeiras seriam utilizadas para produção de tábuas e pranchas

Uma equipe do Parque Estadual do Desengano, situado no Norte Fluminense e administrado pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea), flagrou, na última quinta-feira (25), desmatamento ilegal para produção de tábuas e pranchas de madeira. A ilegalidade foi constatada durante uma vistoria de rotina realizada na localidade conhecida como Serrinha, no Distrito do Sossego do Imbé, na Zona Rural do município de Santa Maria Madalena.

A equipe flagrou duas pessoas transportando, de forma irregular, as madeiras para uma carretilha de transporte acoplada a um veículo particular. Ao perceberem a chegada dos guarda-parques do Inea, os infratores tentaram fugir, mas foram detidos, autuados e serão multados por supressão ilegal de vegetação nativa da Mata Atlântica. O material foi apreendido e levado para a sede do parque que, após a conclusão do Processo Administrativo, será doado à Escola de Marcenaria de Santa Maria Madalena para ser utilizado como matéria-prima para formação de novos profissionais nas comunidades carentes da cidade.

 
 


“A presença constante de nossas equipes em campo permite não apenas uma maior proximidade com a população local, mas também mais visibilidade da unidade e flagrantes de crimes ambientais, como o ocorrido. Atuar de maneira preventiva sempre surte mais efeitos na defesa da biodiversidade”, disse o gestor do Parque, Carlos Dário.

Com 22.400 hectares de extensão, o Parque Estadual do Desengano é a unidade de conservação mais antiga do Rio, criada em 1970 e abrange partes dos municípios de Santa Maria Madalena, São Fidélis e Campos, no Norte Fluminense.






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